Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

|12| de 70 milhões de euros, salva-se a arquitectura

 

 

 

 

 

  

Não podemos negar o papel importante da igreja católica no desenvolvimento do rico património arquitectónico português. Durante séculos foram eles, a igreja, os “sponsors” de alguns grandes feitos arquitectónicos por todo o país. Muitos dirão que se roubou aos pobres para ostentar e monumentalizar. Outros dirão, ainda, que se contínua a fazer o mesmo. Concordo, a igreja da santíssima trindade em Fátima é disso exemplo, não é preciso ser muito bom em aritmética para perceber que 70 milhões de euros dariam para feitos bem mais importantes, ou até mais relevantes. Contudo, a obra nasceu, está concretizada, pelo menos em relação a esta não nos queixaremos do mau gasto dos impostos, pois agora, diferença importante de outrora, são as dádivas que potenciaram a concretização e não o "roubo" aos mais fracos. Aparentemente. Resta-nos (resta-me) a arquitectura, quanto a mim, bem à época, bem interessante. Excelente obra do ponto de vista da física. Boa visão a do arquitecto. Simbolismo em pleno século XXI...

 

publicado por carlos palmeiro às 08:36
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Domingo, 18 de Novembro de 2007

|11| actos de um jardim

   

  

  

publicado por carlos palmeiro às 10:13
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Sábado, 17 de Novembro de 2007

|10| texturas de hoje

   

   

   

   

 

publicado por carlos palmeiro às 10:23
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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

|9| 22 semanas

   

   

 

Os progressos tecnológicos possibilitam destas coisas... por digital que seja. O pequeno tem 22 semanas e reside na barriga da minha irmã. Evidentemente é meu sobrinho. Evidentemente não estava a gostar dos apertos praticados por quem estava do lado de lá do seu mundo.

 

publicado por carlos palmeiro às 18:45
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|8| terra e mar

 

 

 

 

publicado por carlos palmeiro às 08:18
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

|7| a efemeridade do fogo e as nossas necessidades

O fogo, tão destrutivo, com o qual é impossível estabelecer uma relação intrínseca, consegue mesmo assim ser muito belo. De facto afeiçoamo-nos a ele com simplicidade, numa, mais uma, relação de amor e de ódio muito humana, o período que vivemos é disso prova… os momentos que se seguem são irrepetíveis, de equilíbrio…

 

  

  

  

 

publicado por carlos palmeiro às 08:52
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